Câmara de Alcobaça está a estudar um ponto de venda para a comunidade cigana mas admite que a solução não está a ser fácil de encontrar para retirar as vendas ilegais da Av. Manuel da Silva Carolino.
Os comerciantes têm contestado as vendas da comunidade cigana na zona do mercado municipal e a Câmara, embora reconheça razão aos empresários, tem atirado para a PSP a responsabilidade de fiscalizar o caso.
Recentemente, um grupo de mulheres ciganas dirigiu-se à Câmara e exigiu um ponto de venda na cidade onde possam fazer dinheiro para o pagamento das contas que têm ao final do mês. Realojadas no verão, as famílias de etnia cigana passaram a ter contas de água, luz, gás e renda para pagar. O recurso é, segundo dizem, as vendas de roupa durante a semana.
A Junta de Freguesia de Alcobaça, que concorda com a criação de um ponto de vendas na cidade para esta comunidade, mas admite que a solução não vai ser fácil de encontrar.
Os comerciantes têm contestado as vendas da comunidade cigana na zona do mercado municipal e a Câmara, embora reconheça razão aos empresários, tem atirado para a PSP a responsabilidade de fiscalizar o caso.
Recentemente, um grupo de mulheres ciganas dirigiu-se à Câmara e exigiu um ponto de venda na cidade onde possam fazer dinheiro para o pagamento das contas que têm ao final do mês. Realojadas no verão, as famílias de etnia cigana passaram a ter contas de água, luz, gás e renda para pagar. O recurso é, segundo dizem, as vendas de roupa durante a semana.
A Junta de Freguesia de Alcobaça, que concorda com a criação de um ponto de vendas na cidade para esta comunidade, mas admite que a solução não vai ser fácil de encontrar.
in cister.fm
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